Sala 6: Legendado - 21h20 (Em 3D)
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Super Estreia da Semana nos Cinemas de Manaus - 20 de Maio
Sala 6: Legendado - 21h20 (Em 3D)
quinta-feira, 10 de março de 2011
Estreias da Semana nos Cinemas de Manaus - 11 de Março
Direção: Gore Verbinski
Elenco: Vozes de: Johnny Depp, Abigail Breslin, Bill Nighy, Isla Fisher
Sinopse: Rango (voz de Johnny Depp) é um camaleão com crise de identidade que, ao se ver numa cidade do velho-oeste infestada de bandidos, transforma-se sem querer em herói e é forçado a protegê-la. Naturalmente, acaba enfrentando mais dificuldades do que poderia imaginar.
ONDE: Cinemark, Cinemais, Playarte e Severiano Ribeiro
Filme: Mistério da Rua 7
Direção: Brad Anderson
Elenco: Hayden Christensen, Thandie Newton, John Leguizamo
Sinopse: A cidade de Detroit está no escuro, graças a um apagão. A população some e a situação de abandono é evidente. Um grupo de pessoas que não se conhecem é o único sinal de sobrevivência. Eles, então, decidem se proteger em uma taberna abandonada, quando percebem que a escuridão fora do esconderijo está pronta para atacá-los e a única chance de ficar seguro é colocando fim às fontes de luz.
ONDE: Playarte
Filme: Passe Livre
Direção: Bobby Farrelly, Peter Farrelly
Elenco: Owen Wilson, Alyssa Milano, Christina Applegate
Sinopse: Cansados da rotina de casamentos, Rick (Owen Wilson) e Fred (Jason Sudeikis) recebem um presente de suas esposas: um passe livre que dura uma semana, na qual eles podem fazer aquilo que bem entenderem. Tudo acertado, os amigos resolvem cair na farra. Inicialmente animados, os amigos começam a entender que a vida de solteiro não é tão maravilhosa como eles achavam.
ONDE: Cinemark, Cinemais, Playarte e Severiano Ribeiro
Filme: Doce Vingança
Direção: Steven R. Monroe
Elenco: Chad Lindberg, Daniel Franzese, Tracey Walter
Sinopse: Jennifer Hills (Sarah Butler) é uma escritora que sai da cidade e vai para uma encantadora cabana na floresta para começar a escrever um novo livro. Mas a presença de Jennifer na pequena cidade chama a atenção de quatro homens, que a estupram, violentam e a espancam, mas antes que eles possam matá-la, Jennifer se joga em um rio e some. Depois de alguns dias procurando por Jennifer, os quatro homens desistem da busca acreditando que ela tenha morrido e sido levada pelo rio. Mas ela retorna e começa sua vingança.
ONDE: Playarte
Pré-Estreia: Sexo Sem Compromisso
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Dá um tempo, Johnny! - Atualizada
Diretor-Geral do SET UFAM
Cada filme que carrega o nome dele é um sinônimo de destaque na mídia e de boas bilheterias.
Porém, o excesso de filmes protagonizados pelo astro vem provocando um desgaste na sua imagem e tornando suas atuações cada vez mais iguais.
Mudando de visual freneticamente e transitando nos mais diversos gêneros, o ator era até 2003 um ilustre conhecido, pero no mucho do grande público.
Explico: apesar de ter feito filmes de sucesso como "Edward Mãos de Tesoura" e "A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça", ambos com o parceiro Tim Burton, Depp ainda tinha um ar de ator cult, mesmo sendo um rosto conhecido.
Foi a partir de 2003, porém, que o ator passou a ser uma estrela ao interpretar o inesquecível Jack Sperrow em "Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra".
De lá para cá, Depp esteve presente em 13 filmes (não entram na contagem os filmes em que ele participa como comentarista nem documentários).
A média de quase 2 filmes ao ano traz a necessidade de uma reflexão: será que não era a hora de Johnny Depp dar uma parada para descansar sua imagem, além de poder se reinventar?
Para isso, analiso as atuações do astro depois do sucesso do primeiro "Piratas do Caribe".
"Era Uma Vez no México" (2003): em uma atuação canastrona, o astro participa deste fraco e sem-graça filme de Robert Rodriguez (como todos os desse diretor). Quem se lembra desse longa?
"A Janela Secreta" (2004): suspense morno, no qual Depp é o único destaque. Poderia passar muito bem sem essa obra no currículo.
"Em Busca da Terra do Nunca" (2004): neste emocionante longa de Marc Forster, Depp faz uma excelente, mas superestimada atuação. Ainda conta com os sempre competentes e talentosos Dustin Hoffman e Kate Winslet e a revelação Freddie Highmore para ajudá-lo.
"O Libertino" (2004): a melhor atuação do ator nos últimos anos (sem contar Sparrow, óbvio). Em um trabalho difícil e corajoso, o ator domina o filme e nos faz torcer para que desista um pouco de fazer blockbusters.
"A Noiva-Cadáver" (2005) e "Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet" (2007): as melhores parcerias que Depp teve com o companheiro Tim Burton nesses últimos anos. No primeiro, o astro mostra-se bastante a vontade e faz um trabalho competente como dublador neste excelente filme; no musical, apesar de não se mostrar um cantor dos mais afinados, Depp traz um homem angustiado e em busca de vingança, sendo um dos pontos altos de sua carreira.
"A Fantástica Fábrica de Chocolate" (2005) e "Alice No País das Maravilhas" (2010): aqui, Depp faz dois personagens exóticos, com risadinhas estranhas, caras de abobalhados e visuais marcantes. Porém, o frisson causado pelos dois filmes foi maior que a qualidade deles e o astro começa a dar sinais de repetição de trejeitos de Jack Sparrow.
"Piratas do Caribe: O Baú da Morte" (2006) e "Piratas do Caribe: No Fim do Mundo" (2007): a ganância da Disney e do produtor da saga, Jerry Bruckheimer, em explorar a figura de Jack Sparrow foi tanta que acabamos cansando da presença dele em cena, dimunuindo o impacto da atuação de Depp, que permanece excelente.
"O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus" (2009): chamado para "apagar o incêndio" causado pela morte do protagonista do filme, o saudoso Heath Ledger, Depp parece estar perdido e protagoniza uma cena de dança de ficar com vergonha alheia. Pelo menos, valeu a intenção de ajudar.
"Inimigos Públicos" (2009): neste suspense de Michael Mann ("O Informante"), Depp e Marion Cottilard dominam a cena, deixando Christian Bale de lado. Uma atuação sóbria, sem afetações e contemplada pela belissíma sequencia passada dentro do cinema tornam este um ponto alto na carreira do americano de Kentucky.
"O Turista" (2011): parece, mas Depp não interpreta um sonâmbulo neste filme. Abusando do carisma que possui perante o público, o astro "engata" um piloto automático a tal ponto que parece desinteressado com o que se passa ao redor e apenas contempla a beleza de Angelina Jolie. Pior de tudo, é ver o quanto ele usa os trejeitos de Sparrow, sendo a fuga dos russos correndo em cima de telhados na cidade de Veneza o exemplo mais claro de como o pirata afetou seu modo de construir personagens.
O astro ainda tem mais dois filmes para este ano.
Em abril, Depp dubla o personagem-título do filme “Rango” dirigido por Gore Verbinski. No mês de julho, Jack Sparrow volta às telas no quarto filme da saga “Piratas do Caribe”.
Definitivamente, na minha visão, Johnny Depp atravessa um caminho perigoso.
Ou dá uma pausa e repensa o rumo de sua carreira, quem sabe priorizando a escolha de filmes com maior qualidade artística ou faz um blockbuster atrás do outro e arrisca-se a desgastar sua imagem.
Pelo bem dele, dá um tempo Johnny!
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Estreias da Semana nos Cinemas de Manaus - 21 de Janeiro

Filme: O Turista
Direção: Florian Henckel von Donnersmarck
Elenco: Johnny Depp, Angelina Jolie
Sinopse: Durante uma viagem improvisada à Europa para curar um coração partido, Frank inesperadamente desenvolve uma relação amorosa com Elise , uma mulher extraordinária que deliberadamente cruza o seu caminho. Tendo o excitante cenário de Paris e Veneza como pano de fundo, o intenso romance se desenvolve rapidamente na medida em que ambos involuntariamente se envolvem num jogo mortal como gato e rato.
ONDE: Cinemark, Cinemais, Playarte e Severiano Ribeiro
Filme: Brasil Animado 3DDireção: Mariana Caltabiano
Elenco: Vozes de Eduardo Jardim, Fernando Meirelles, Daiane dos Santos
Sinopse:O cachorro Stress é um empresário que só pensa em dinheiro, enquanto Relax é um diretor de cinema que pede investimento do amigo para um próximo filme. O novo projeto é procurar a árvore mais antiga do Brasil. Stress fica animado com a possibilidade de ganhar dinheiro com essa raridade. O problema é que eles não sabem exatamente onde ela está. Stress e Relax saem em busca do Grande Jequitibá Rosa sem mapa, sem bússola e sem noção.
ONDE: Cinemark, Cinemais, Playarte e Severiano Ribeiro
Filme: Zé Colméia - O FilmeDireção: Eric Brevig
Elenco: Vozes na versão original: Anna Faris, Justin Timberlake, Dan Aykroyd
Sinopse: O parque Jellystone tem perdido seus visitantes, levando o ganancioso prefeito Brown (Andrew Daly) a querer fechar o lugar e vender o terreno. Zé Colmeia (Dan Aykroyd) e Catatau (Justin Timberlake) correm contra o tempo para salvar o parque para as famílias e para eles mesmos, moradores do local.
ONDE: Cinemark, Cinemais, Playarte e Severiano Ribeiro
Pré-Estreia: Amor e Outras Drogas
domingo, 19 de setembro de 2010
SET UFAM DE BOLSO - EDIÇÃO XXIX
As novidades do mundo do cinema estão de volta no quadro "SET UFAM DE BOLSO"!
Apresentação de Emanuelle Canavarro e Karla Priscylla!
Atrações:
- Josh Brolin critica "Jonah Hex";
- Hilary Duff pode estar em "Homem-Aranha 4";
- Sofia Coppola vence o Festival de Veneza;
- Johnny Deep é o ator mais rentável do mundo!
Não Perca!
sábado, 8 de maio de 2010
Crítica - Alice - No País das Maravilhas
Começou a temporada dos blockbusters hollywoodianos,aqueles filmes que chamam a atenção do público seja pelo marketing ou pelo investimento ou por alguma polêmica gerada pela obra ou, é claro, por serem uma sequência de um grande sucesso. Quem inaugurou a temporada 2010 foi "Alice - No País das Maravilhas" do diretor Tim Burton, disponível em cópias 2D e 3D.O longa tenta recriar a clássica história de Charles Lutwidge Dodgson escrita em 1865 e que já teve várias adaptações para o cinema, incluindo a famosa versão da Disney realizada em 1951.

Aqui, Alice é vivida por Mia Wasikowska, uma jovem inglesa que sofre com a morte do pai e se sente deslocada no mundo "quadrado" que a espera: um casamento sem amor com um esnobe,festas entediantes, fofocas típicas da aristocracia inglesa e nada de vida profissional. Eis que surge um coelho que a leva a um novo mundo, onde será peça-chave na guerra entre a Rainha Branca (Anne Hathaway) e a Rainha Vermelha (Helena Bonham Carter). Ao seu lado, está o Gato Risonho, gêmeos gordinhos e atrapalhados, uma lagarta "doidona" e sábia e o Chapeleiro Maluco,interpretado por Johnny Deep.

Só por esse resumão da história já é possível notar duas situações que acabam sendo um problema para o filme: 1) a infantilização da história, que torna tudo o que acompanhamos tão desinteressante e previsível, não havendo algo mais complexo, sem o aprofundamento necessário dos personagens, para que possamos nos importar com eles; 2) o excesso de personagens na trama, sendo que muito deles nada acrescentam a história, tendo como único propósito atrair a atenção infantil para que seus pobres pais comprem o boneco do dito cujo na loja mais próxima.
A situação piora mais ainda pela condução monótona e sem criatividade de Tim Burton. Diretor que sempre teve como principal característica o visual sombrio e gótico, em "Alice" percebe-se uma certa indecisão em não saber se adota o tom usual de suas obras ou em apostar por mais cores. Além disso, a falta de tato para cenas de ação continua sendo um ponto delicado na carreira de Burton.
Ou alguém ficou sem fôlego ao assistir a nada emocionante batalha final?

Quanto as atuações, "Alice - No País das Maravilhas" é um marasmo de dar dó. Mia Wasikowska até que se esforça em transformar a personagem-título em uma menina forte e corajosa,porém a falta de carisma da garota impede que ela obtenha êxito. A talentosa Anne Hathaway é extremamente mal-aproveitada, já que poderia servir de interessante alívio cômico e, ao mesmo tempo, com elementos dramáticos fundamentais para o desenvolvimento da trama. No que lhe coube fazer, restou saltitar e andar como uma socialite louca. Por outro lado, Helena Bonham Carter dá um show como a vilã da história. Com uma atuação beirando o circense, a atriz constrói uma personagem divertida e temível, por sua insensataz e loucura. É impossível não achar graça das caras e bocas da Rainha Vermelha e não gargalhar quando a personagem manda alguém perder a cabeça.
Como não poderia deixar de ser em um filme de Tim Burton, os aspectos técnicos são excelentes. Desde a construção dos cenários aos figurinos, passando pela direção de arte e trilha sonora tudo é muito bem conduzido.
Mas é no principal chamariz do longa, o recurso de três dimensões, que o filme falha. Por ter sido projetado inicialmente para sair em cópias convencionais, o filme sofreu uma conversão para entrar em cartaz utilizando as mesmas técnicas de "Avatar" e obter o mesmo sucesso do filme de James Cameron.
Porém, se na obra do diretor de "Titanic" o 3D servia apenas como um elemento para contar a história, aqui, em muitos momentos, ela se torna protagonista do que passa na tela e a história para somente com o intuito de mostrar os recursos mágicos que as três dimensões pode oferecer.
Irregular, "Alice - No País das Maravilhas" poderia ter sido uma obra-prima, porém a mediocridade com que o trabalho foi levado visando apenas o lucro e nunca o lado artístico, fazem do filme um dos mais decepcionantes do ano.

NOTA:6,0
Por Caio Pimenta
Diretor-Geral do SET UFAM
PS: sobre Johnny Deep, em breve um post especial.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Estréias da Semana nos CInemas de Manaus - 23 de Abril
FIlme: Alice no País das Maravilhas (3D)Diretor: Tim Burton
Elenco: Johnny Deep, Anne Hathaway, Helena Bonham Carter,Mia Wasikowska
Sinopse: Alice, aos 17 anos, descobre que será pedida em casamento. Ela então foge, seguindo um coelho branco, e vai parar no País das Maravilhas, um local que ela visitou há dez anos mas não se lembrava. Lá conhece personagens como o Gato Risonho, toma chá com a Lebre Maluca e o Chapeleiro Louco e participa de um jogo de cricket com a Rainha de Copas.
Duração: 111mins
ONDE: Cinemark,Cinemais,Playarte,Severiano Ribeiro













